Nasdaq Composite e Nasdaq-100 não são a mesma coisa
Nasdaq é o nome de uma bolsa americana, criada em 1971 como o primeiro mercado eletrônico de ações do mundo. O Nasdaq Composite, mostrado nesta página, começou naquele ano com 100 pontos e inclui praticamente todas as ações comuns listadas nessa bolsa — milhares de empresas, das gigantes às pequenas.
Já o Nasdaq-100 reúne só as 100 maiores empresas não financeiras da Nasdaq. É ele que costuma ser seguido pelos ETFs. Como as maiores empresas pesam muito nos dois, eles andam parecidos, mas não são iguais.
Nos dois casos, o peso de cada empresa depende do valor de mercado. Por isso, os movimentos das grandes de tecnologia, comunicação e comércio eletrônico definem boa parte do resultado do dia.
Um índice sensível a juros e a expectativas
Empresas de tecnologia costumam ter boa parte do valor apoiada no crescimento esperado para os próximos anos. Por isso, mudanças na taxa de juros americana e nas expectativas de lucro tendem a mexer mais com o Nasdaq do que com índices mais diversificados.
A história do índice tem um exemplo clássico: depois do pico da chamada bolha da internet, em março de 2000, o Nasdaq Composite levou cerca de 15 anos para voltar àquele nível. O caso é lembrado para mostrar que índices também podem passar longos períodos abaixo de um recorde.
Como no S&P 500, quem acompanha a partir do Brasil por meio de um ETF na B3 sente também a variação do dólar.
ETFs que acompanham o Nasdaq
Lista informativa de fundos de índice (ETFs) listados na B3 cujo objetivo declarado é acompanhar o Nasdaq — nomes conforme o cadastro da B3, conferidos em outubro de 2026. Antes de investir, compare taxa de administração, liquidez e diferença de retorno em relação ao índice no regulamento de cada fundo. Não é recomendação de investimento.
Lista completa na página de ETFs.
