O que o S&P 500 mede
O índice é calculado pela S&P Dow Jones Indices e existe no formato atual desde 1957. Um comitê escolhe as empresas, que precisam ser grandes, ter ações com boa negociação e apresentar lucro recente, entre outros critérios. Elas são negociadas nas bolsas americanas, como a NYSE e a Nasdaq.
O peso de cada empresa é proporcional ao valor de mercado das ações em circulação. Isso faz com que as gigantes de tecnologia tenham grande influência sobre o índice: quando poucas delas sobem ou caem muito, o S&P 500 inteiro sente.
Os pontos estão em escala própria do índice e acompanham ações cotadas em dólar. O horário de negociação regular nos EUA é das 9h30 às 16h de Nova York.
S&P 500 visto do Brasil: o papel do dólar
Para quem investe a partir do Brasil por meio de um ETF listado na B3, o resultado em reais depende de duas coisas: a variação do S&P 500 e a variação do dólar. Se o índice sobe 10% e o dólar cai 10% no mesmo período, o ganho em reais fica perto de zero; se os dois sobem, os efeitos se somam.
Alguns fundos oferecem versões com proteção cambial (hedge), que tentam retirar o efeito do dólar — essa escolha muda bastante o resultado e vem descrita no regulamento de cada ETF. A cotação do dólar está na página própria do site.
ETFs que acompanham o S&P 500
Lista informativa de fundos de índice (ETFs) listados na B3 cujo objetivo declarado é acompanhar o S&P 500 — nomes conforme o cadastro da B3, conferidos em outubro de 2026. Antes de investir, compare taxa de administração, liquidez e diferença de retorno em relação ao índice no regulamento de cada fundo. Não é recomendação de investimento.
Também é possível ter exposição a empresas americanas individualmente por meio de BDRs (certificados de ações estrangeiras negociados na B3).
Lista completa na página de ETFs.
